Mais um ano que está prestes a terminar, e de fato eu concluo, se Deus quiser, a faculdade. Aind afalta muito chão para percorrer, mas foi dado um passo. Será que foi maior do que a perna? Isso vale para essa instituição, a UNIP. Não critico aqui toda a organização, mas sim algumas de suas filiais espalhadas pelo país. Percebo, qu por morar na região norte, precisamente no extremo norte do país, onde ainda se vive um pioneirismo dos tempos dos imigrantes aventureiros, etc e tal, tudo é novo, é novidade, está se trazendo o progresso par a a região, ma sserá memso verdade? Então, a Unip, se instalou recente aqui no estado do Amapá. Nada contra, até onde eu sei, no início estava comemorando e muito animado para iniciar mais uma faculdade, e por fim conquistar o tão falado "Canudo", (como dizem os colegas que para mim, estão só de passagem de ida, quero dizer, não estão nem aí com as cobranças e a qualidade do ensino.). Mas eu sim, não sou melhor nem pior do que os outros colegas, mas eu sim, estou preocupado, pois notei e observei que a faculdade investiu muito em marketing, lógico, funcionou bastante, e ainda funciona, mas esqueceu da organização funcional e administrativa, esqueceu dos anseios, das promessas não cumpridas aos alunos, da unidade de Macapá, precisamente. Me parece, que por ser fácil ou facilitado estudar ou passar no Vestibular (onde até analfabeto passa), sim, digo isso porque conheço gente que estuda lá e que não sabe assinar um nome, faz faculdade de tecnologia da informação como eu, e é um completo analfabeto digital, pois não sabe o que é um e-mail, não memorizou, imagine o resto..
Muitos dos colegas, entre os acadêmicos, só se fala em festas d eformatura e etc, e etc, mas e o aprendizado, como fica? Como ficou? Será que estamos preparados para ser admitidos no mercado de trabalho so por causa do nome: UNIP - Universidade Paulista? Será que isso já te traz benefícios imediatos?
Para alguns incautos, eles acham que sim. Poderia se rmelhor o ensino, poderia ter uma preocupação dos administradores, de como vai o ensino nas aulas, o nível dos professores, etc. Isso poderia ajudar, a te rum maior controle sobre a qualidade do que se aprende. Talvez isso, d eaprender memso, só n aprátic ado mercado,e isso vai depender da sorte de quem vai ser inserido nele. Ai vem o aprendizado na prática e teoria, talvez seja o verdadeiro aprendizado, não essa enrolação qu eestá acontecendo. Quando você, ao longo d edois anos, vê muitos colegas deixarem as aulas, faltarem muito, não prestar atenção as aulas dos professores, e nad aacontece..realmente é sinal de que a cois anão est´amuito boa. È preciso alguém rever isso, pois quantidade em demasia, d ealunos, não quer dizer qualidade do ensino. Alerta em quanto é tempo.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
semestre IV.UNIP macapá, amapá.conclusão!
Ùltimo semestre. Cadê a empolgação da turma, onde estão os colegas, o que aconteceu..? Bem, a verdade está em algum lugar. Mas não deve ser muito difícil. Grana, talvez. Falta d etempo, pode ser..mas algo me diz que foi o método usado pela UNIP e o desgaste que a programação e as normas da Unip fizeram..normas essas discutíveis..veja uma delas, o aluno pra se formar tem que cumprir sua carga horária, como estágio, cursos, palestras, atividades de colaboração comunitária, etc..o centro do problema , ao meu ver foi o pouco tempo, pra tudo isso, como se fosse fácil cumprir com todas as exigências da carga horária..Ora, por exemplo, se voce faz um curso valendo 100 horas, pela regra esse curso, se for da sua área de atuação, só valerá 8 horas, e assim por diante..e se não for da sua disciplina, so valerá 4 horas..imagine outras exigências..como ficará..Aposto que isso contribuiu pra essa grande demanda de alunos não voltarem ao último semestre. Uma pena, por que a Unip poderia ganhar com isso, um grande número de alunos formados..mas com todos esses fatores extra campo e mais essas diretrizes da UNIP,..só dificultam quem quer concluir a faculdade. Deveria ter um plano pra cada região, isto é, ver as possibilidades do aluno em cada estado, pois São Paulo é muito diferente do Amapá, Macapá, assim como Goiás e Rio Grande do Sul, e etc. Ora, onde se vai fazer palestras aqui?..raramente se tem oportunidade de se fazer uma. E a que custo, e os cursos..o nível aqui é discutível, na região, pouca qualidade e muita quantidade..logo, está ai a diferença. Eu sugeri, no semestre passado pelo menos alguma consideração com os cursos extra á parte, para considerar a sua carga horária, mas o que eu escutei e que a Unip não mudaria o processo nem avaliaria as condições de cada região..Então, ela saiu e sai perdendo..Deu nisso aí..uma grnade evasão nesse último semestre e que isso sirva de alerta..Fora outras reivindicações, como biblioteca, sala de leitura, etc , projetores de slides, que não vingaram..Salve-s equem puder, até lá, até terminar a bendita faculdade..mudanças, só o tempo dirá. Essa é a verdade, por enquanto.
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